"A Felicidade Não Existe, São Só Momentos Que Eu Encontrei No meu Jardim" 2

“A Felicidade Não Existe, São Só Momentos Que Eu Encontrei No meu Jardim”

Carlos March é o presidente da universidade financeira mais solvente do continente, que em julho tirou melhor nota nos testes de stress da Autoridade Bancária Europeia. Em pleno cataclismo de mercado, acaba de divulgar um livro cheio de reveladoras teorias e sábios conselhos roubados a trinta e cinco anos de experiência.

Serra Norte de sevilha, lhe proporcionaram a máxima rentabilidade possível: “Momentos de felicidade”. O confessa com sinceridade incomum no “Altarejos: um jardim pela dehesa” (Edições O Viso), o livro; uma obra custoso de definir, todavia fácil de ler e enxergar. Autobiografia. A poesia. Fitología. Cinegética. Fotografia. Mística. Testamento. Arquitetura ecológica.

Diário de uma obsessão. Um desabafo de extraversión em um homem discreto e prudente, cuja fortuna, uma das mais volumosas do país, só o teu codinome, revela. Concebidos, escritos e ilustrados integralmente pelo mesmo Carlos March, afloram em 6 capítulos, além de recomendações didáticas sobre botânica e plásticas descrições de seu pomar, a inteligência, a sensatez e clarividência do banqueiro.

Talvez até com mais clareza que no Conselho de Administração. —Surpreende que o presidente do banco mais onerado da Europa viva com tal paixão na jardinagem. —É um tanto de adoro pessoal e tradição familiar. Minha mãe tinha um jardim de cactos numa fazenda familiar de Maiorca que, por ventura, seja o mais importante do mundo. Eu comprei o terreno faz com trinta e seis ou trinta e sete anos pela orla entre Sevilha e Badajoz, e comecei a fazer o jardim a partir do zero.

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—Por que ele foi pro sul, no momento em que a história da família March está em Baleares? —Considerava-se que o ambiente era perfeito plásticamente. É assim como muito apropriado pra caça, a que sou muito fã. Como reunia estética, meio ambiente, formosura, água em abundância e competências ideais pra caça, daí eu comecei.

—mas por que a chamou de Altarejos? —Era um dos nomes de muitas fazendas pequenas que agrupé pra desenvolver a minha, e eu adorei. —O jardim ao qual dedica o livro fica dentro da posse, de por volta de 10.000 hectares, quinta e couto de caça privada incluídos. Apesar de teu tamanho, será um dos poucos lugares que você vai bater em retirada pro Google. Não consta cada menção na web. —Eu Nunca fiz alarde nem sequer tive interesse por sair nos jornais, nem sequer por figurar ou deslocar-se a festas. Não me tenho preocupado por sentir-se no Google.

—Confessa no livro que não ama jardins “kitsch”, pretensiosos, decaídos, botânicos, focos, ny, nem vulgar, nem ao menos o de esculturas. Qual é o teu paradigma, já que? —Eu adoro de tudo que tenho feito, o jardim identificado com a natureza. Mistura do informalismo estudado inglês e a técnica apurada dos japoneses, tão perfeitos que o jardim se transforma quase em elemento de religião ou de meditação.

até mesmo as rochas são colocados de forma que induzem a meditar. —Quais são os grandes jardins públicos espanhóis seguem este paradigma? —Em Portugal, os jardins não gosta. Não há torcida nenhuma. Os grandes jardins históricos, o de la Alhambra é superior a todos. É árabe, com a água, que tem que fornecer rumores, não escandaleras.

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