A "primeira Concubina" (do Narco A Castanha) Com Casa Em Sotogrande 2

A “primeira Concubina” (do Narco A Castanha) Com Casa Em Sotogrande

Estacionou Patricia Parodi seu super Varanda de frente pra porta de uma das casas pomposas de O Zabal -bairro rebatizado como Villanarco-, pela Linha da Concepção. Óculos Gucci, treino de 2.000 euros que fazia empalidecer que leva a namorada de Cristiano Ronaldo, andares de mulher com lugar controlado, acostumada a chamar a atenção e ganhar elogios.

A viram entrar neste local com tvs enquadrados em mármore e móveis caríssimos de duvidoso amo, e saudar com certeza. Aqueles eram os domínios de Zaraida López, a esposa de Antonio Texugo, o narcotráfico, o homem que a tinha a ela mantida há mais de nove anos. Zaraida vinha de Córdoba, de visitar seu marido entrou na prisão. Trazia notícias de que forma estava e instruções. Eles estavam conversando um ótimo tempo.

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  5. 61′ tem mais o Newcastle, em conexão à primeira parcela, claro
  6. Sep.2010 | 16:46

A 1 mil anos claridade de cada tipo de épico, estas rainhas do sul, nada têm que acompanhar com a novela de Pérez-Reverte. E muito menos com as todopoderosas chefes do narcotráfico, do Uruguai ou México. São donas de moradia, com um grau de vida brutal, contudo com pouca capacidade de decisão, a quem cada tipo de engenharia financeira que lhes vem estratosféricamente grande. O que não implica que sejam inocentes. Seu atribuída capacidade para branquear capitais tem uma origem diferenciado.

Patricia Parodi, linense, tem 37 anos e 2 filhos de Antonio Texugo que, por sua vez, tem outros três filhos de tua esposa. Não é incomum que ambas se ligam, por telefone, pra dizer de coisas cotidianas relacionadas com eles. Efetivamente, têm em comum a convicção de que os mais jovens do clã precisam poder aceder a toda a educação que não têm os pais. Com os filhos maiores, que parecem cobiçar fazer um oco no negócio dos pais, desde que esses entraram na prisão, Os Castanha não sentiram essa responsabilidade.

Mas os menores se formam numa universidade católica de Gibraltar e pela mesma escola internacional que descreveu, em Sotogrande, os filhos das famílias mais abastadas de Málaga, Sevilha e Cádiz. Sem ofício nem proveito, Patricia Parodi mergulhou na preocupação a em torno de pais de classe média que continuam irritados com ela, quando subiu ao carro do menor de Castanha.

Ele estava casado com a tua companheira, desde criancinhas, e nunca viu a necessidade de deixar de estar grávida nem ao menos deixar de viver com tua mulher. Do mesmo modo que assim como não viu a necessidade de deixar de tomar a outras rapazas deslumbradas pelo ouropel que traz o dinheiro ganho com cestos.

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