Análise De três Casos De Crises Em Social Media 2

Análise De três Casos De Crises Em Social Media

Isso adiciona saber encarar com situações conflitantes, como, tais como, que um comprador use as redes sociais pra reclamar ou expressar uma má opinião sobre a tua corporação. Mas… o que ocorre quando as opiniões ou expressões descontentes surgem da própria organização? Cada vez mais, os tribunais trabalhistas do mundo inteiro necessitam definir em casos em que as mídias sociais se tornaram um tema de combate dentro das organizações, em especial pela ligação com os trabalhadores. Nos últimos tempos tem visto um acréscimo de demissões causados por comentários feitos pelos funcionários em mídias sociais, relacionados com as empresas.

Diversas vezes, os participantes da organização fazem uso um único dispositivo para todas as tuas atividades e a vida de serviço acaba invadindo as horas reservadas ao lazer ou ao repouso. Outra dúvida mais a valorizar: a falsa intuição de anonimato que dão a Internet e as redes sociais. Este assunto está sendo estudado em profundidade, pois que dá recinto, a partir de brincadeiras e comentários rudes verdadeiros crimes, em diversos casos, com terríveis resultâncias, como o cyber-bulling e inclusive o grooming. Assim, nos encontramos frente a um episódio que realmente põe em recessão o gracioso equilíbrio que precisa existir nas relações entre a empresa, seus consumidores e seus colaboradores.

Onde começa (ou termina) a liberdade de sentença? Quais são as redes sociais um lugar tão anónimo? Como as corporações devem começar a se aprontar pra essas imprevisíveis? Hoje eu aspiro compartilhar contigo três casos que têm acontecido nestes primeiros meses de 2016. Os analisaremos e veremos o que desejamos estudar com eles. Assim, um fácil comentário como o poderia fazer cada um, se transformou em uma expressão pública aborrecido de uma corporação que, é claro, não tem por que interferir ou opinar sobre o assunto as convicções políticas de seus consumidores.

o Falávamos de conseqüências imprevisíveis? Assim, foram: diante da descrição de que o publicado não era a posição da empresa, no entanto uma mensagem pessoal publicado por engano… Em julho de 2016, o guitarrista Quimi Portet viajava numa balsa da organização Balearia entre Ibiza e Formentera. Dirigia-Se a esta última para participar de um concerto patrocinado na companhia de navegação. Ao longo da viagem, pediu ao garçom um café com leite… em catalão. 1/2 Barco Formentera-Porto 8:00. @Balearia.

Neste cambrer não enten “café amb llet”……. A resposta da organização não se fez esperar: pediu desculpas, reafirmou seu pacto com a língua e divulgou que tomaria medidas. Uma semana depois a organização lançou um video institucional, pediu desculpas e reprovou a conduta dos empregados, destacando-se a higiene de seus processos e produtos. Todavia, uma inspeção extraordinária dos órgãos públicos de saúde revelou inúmeras irregularidades quanto à área de criação e apreendeu porção da mesma.

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Pouco depois, 3 trabalhadores foram demitidos por esta circunstância. Ao oposto dos casos anteriores e, claramente, na gravidade dos dados, não houve vozes em favor dos trabalhadores, no entanto a empresa entrou em decadência e não soube como responder diante o escândalo. O que queremos compreender com esses casos de recessão? Se bem que esses casos não são os únicos, tenho selecionado visto que, sem dúvida, levam-nos ao ponto focal de atendimento ao consumidor nesse 2016: as mídias sociais. A nova vida em redes sociais, alcança tal as pessoas como as organizações com experiências e vivências não só imprevistas, no entanto nunca conhecidas até neste instante.

O ensino que nos deixam, nestes casos, é que “o remédio não seja pior que a doença”, isto é, tentar impedir as crises e, se ocorrerem, sair fortalecidos, em tal grau pra fora como para dentro da organização. Do mesmo jeito que você tem planos ou programas para atuar em diferentes casos, como reclamações dos freguêses ou dificuldades com seus produtos, você tem que ter um plano de ação diante de uma recessão nas redes sociais.

É preciso saber que estes fatos podem começar a ser ainda mais frequentes. Os funcionários da empresa devem estar formados no exercício das redes sociais para impedir erros como o da Fnac, por causa de, teoricamente, o CM se esqueceu de desligar a conta corporativa. Deve existir um protocolo a respeito do uso de contas corporativas, assim como este claras indicações a respeito da “netiquette”, ou seja, os fundamentos de cortesia na Internet, em tal grau a nível pessoal como corporativo. Fortalece a intercomunicação interna: algumas vezes, um pequeno conflito no interior da organização, poderá resultar em um comentário nas redes sociais de imprevisíveis conseqüências.

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