Cientistas Criam Método Para Frear A Epidemia De Daesh Nas Redes sociais 2

Cientistas Criam Método Para Frear A Epidemia De Daesh Nas Redes sociais

Meses após esse assassinato, um grupo internacional e, em fração, composto por pesquisadores da instituição a que estava preso Sotloff construiu uma nova arma para combater contra Daesh. Físicos e cientistas reuniram suas forças pra se infiltrar em mídias sociais que os fãs utilizados para acrescentar-se. “Foi como observar um processo de criação de cristais. Os pesquisadores identificaram e analisaram segundo a segundo o dado proveniente de 196 grupos simpatizantes de Daesh durante um momento de oito meses. “Nós criamos um mapa de estradas pra que os sistemas legais e as agências de segurança conseguem navegar pra saber o que está acontecendo e quem está fazendo isto”, comentou Johnson.

“Nossa procura sugere que qualquer “lobo solitário” só está só durante curtos períodos de tempo”, alegou Johnson. “Como repercussão do procedimento de coalescência (agregação de indivíduos simpatizantes em grupos) que vemos na rede, cada um desses lobos a toda a hora esteve em um desses grupos ou muito em breve estará em outro.

Com o tempo, desejamos seguir os caminhos dos indivíduos, estudando a ecologia destes agregados”. Para evitar este fenômeno, os pesquisadores levantam a opção de concentrar-se em alguns grupos de seguidores pra tentar prever possíveis atos terroristas e revogar a intercomunicação de propaganda e detalhes de Daesh. Na opinião de Johnson, as fórmulas e modelos desenvolvidos podem auxiliar para abrandar o progresso de grandes grupos de suporte de Daesh.

“Por exemplo, para evitar que apareçam agregados de 1.000 pessoas, as agências conseguem se concentrar em romper grupos de, digamos, 100. Sem estas peças pequenas, as grandes não podem criar-se”. Verdadeiramente, explicou que prontamente estabeleceu contato com alguns serviços de inteligência, entretanto confessou que esses não estão confortáveis com a complexidade do padrão científico.

“Com sorte, a ocorrência podes alterar no futuro, com matemáticos e sociólogos trabalhando juntos nesse tipo de temas”, tem dito o pesquisador. Para fazer esses estudos, os pesquisadores penetraram na mídia social VKontakte, o que não é tão rápida como o Twitter ou o Facebook na hora de fechar as contas e reduzir a atividade destes grupos.

O serviço de achar grupos de suporte começou manualmente, procurando hashtags em muitas línguas. Depois, seguiram-se estes haghstags e foram coletadas dicas. Uma equação tomado emprestado da física e da matemática permitiu ilustrar as flutuações desses grupos online pra tentar prever seus futuros comportamentos. Um dos achados mais importantes foi, na avaliação dos pesquisadores, localizar que quarenta por cento dos seguidores diziam ser mulheres.

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“As mulheres têm uma posição inesperada nas redes de apoio Daesh, tendem a ser centros no corrente de informações entre seguidores e aumentar a longevidade das comunidades”. Também, puderam observar o comportamento mais íntimo desses simpatizantes. Viram como esses grupos sumir graças a da pressão das forças de segurança cibernética pra, em seguida, “reencanarse” na forma de novas identidades. Em algumas ocasiões, eles puderam acompanhar, diminuindo tua atividade para tentar passar despercebida. Este material continuará seguindo o comportamento de Daesh nas redes, entretanto vai começar a estudar como é que se estendem outro tipo de grupos unidos por crenças extremas, como por exemplo, a homofobia.

Também, Johnson acredita que, no futuro, suas equações são capazes de ajudar pra seguir os novos grupos que surgem em torno de outras crenças. “Sempre fui muito interessado em qualquer coisa que tenha a ver com crenças muito extremas”, citou Neil Johnson em uma entrevista publicada pela revista Nature. “Existem muitos estudos que analisam como evolui o extremismo online, contudo tendem a firmar-se nas conversas entre indivíduos”. Dessa forma, ele tratou de fazer uma análise mais global e cuantitavo. Talvez as matemáticas possam auxiliar a paralisar o progresso da epidemia terrorista.

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