Como Empreender A Partir Dos 50 2

Como Empreender A Partir Dos 50

Três engenheiros que reconstruiu inteiramente a sua carreira profissional, montando empresas, contaram o 4 de junho, no Instituto de Engenharia de Portugal as chaves para sair adiante: desfrutar a experiência e a rede de contatos, principalmente. Manuel Moreu, presidente do IIE, presidiu a mesa, apontando que, bem que o empreendedorismo das pessoas maduras “é um foco transversal”, nesse caso, tinha-se decidido centrarlo nas Tecnologias da Informação e da Comunicação. O primeiro a falar foi Ignacio Kaiser, engenheiro de telecomunicações, que após estar mais de 30 anos trabalhando em grandes organizações, decidiu comparecer pro Peru, com tua própria empresa, Twice Consulting Peru.

O engenheiro argumentou pra sala do IIE por videoconferência, a começar por teu território de moradia. Kaiser tinha tido uma primeira experiência empreendedora em Portugal, há 10 anos, que “falhou”. Mas, não desanimou, e iniciou-se outra nova, o que durou mais tempo, bem como em Portugal. Finalmente, com o início da instabilidade, percebeu que o mercado no nosso nação estava ficando muito complicado, e optou-se por buscar oportunidades em outro site. Por circunstâncias, ele e seus parceiros conheciam o mercado peruano, que vieram primeiro, como observadores, dois meses e meio, pra “estabelecer contato”.

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Twice Consulting Peru dedica-se à consultoria no sector das TIC, “colocando ordem em corporações que têm crescido muito nos últimos quinze anos, contudo de forma desordenada, já que o teu pessoal não estava preparado”. A nação foi constituída em 2003, e “a experiência é positiva em geral, com suas problemas”, resumiu Kaiser, que enfatizou a importância da “Marca Portugal” pela américa Latina, onde “vende, e vende muito. Os formandos espanhóis são super bem considerados”. Isso sim, afirmou que você tem que dirigir-se lá com espírito humilde, não a conquistarles, porém para apoiá-los a colaborar com experiência e ajudar”.

Também recomendou “refletir duas vezes” se a decisão de sair fora, é por necessidade. Em contrapartida, se a decisão é por “chance”, as coisas são muito menos difíceis, mesmo que nunca se tenha a certeza de que vai achar”. Além do mais, “a idade não importa, e se por sorte é um valor, na experiência. Somos ainda melhor reconhecidos. Isso sim, se fosse a procurar trabalho quem sabe me encontraria com os mesmos dificuldades que em Portugal”.

Também esclareceu que, nas condições de segurança e firmeza “não são tão boas como em Portugal”. Como uma pergunta concreta, lembrou o quão custoso foi abrir uma conta corrente. Sobre o país, nos primeiros 2 ou 3 meses levou uma ideia “ótima”, de gente aberta a ganhar. Muita burocracia, a título de exemplo, “que exige paciência”. E, curiosamente, o idioma: “Quem o poderia contar? Eu bromeo com que falamos o mesmo idioma, no entanto diferenciado linguagem. Frases que não entende, que não sabe se te implorar ou te aconselham”.

Kaiser considera que a experiência valeu a pena. Também, se tivesse que regressar, a experiência não remove “ninguém”, ressalta. No final das contas, sugeriu-se juntar com alguém para não resolver esta charada no solo, se possível com algum empresário lugar que ajude a ultrapassar as barreiras. O turno seguinte, foi para João Manuel Martin, fundador e diretor do grupo tbdo, dedicado à criação e coaching em organizações. Martin é engenheiro de telecomunicações bem como, e era o director-geral de uma filial de uma primordial corporação multinacional de TIC.

o caso é de “ruptura total”, assegurou. Em 1999 a sua organização lhe falou: “não precisamos mais de você”. Ele tinha trinta e seis anos, e decidiu recolher um tempo de folga pra pesquisar outros interesses que tinha, como o desenvolvimento pessoal. Fez oficinas, cursos, em o mundo todo. Sua vontade não era modificar de profissão ou setor, contudo a emoção de “o que normalmente ocorre quando você toma um tempo sabático, que se transforma”. Ela teve que escolher entre prosseguir com a tua corrida, ou seguir o teu “coração”. Não foi fácil, entretanto escolheu o segundo.

Isso sim, aproveitando a tua experiência, desenvolvendo uma corporação, tbdo. Um ano se passou, até que conseguiram o primeiro contrato, um ano de dúvidas e incertezas. Mas aguentou, e chegaram a “Telefonica, Ericsson, Telecinco”, entre outras. Os programas de tbdo pretendem “conceder valor à empresa, melhorando o desempenho dos colaboradores, e a dar valor às pessoas”. Martin ilustrou o gratificante que são os comentários que lhe dirigia a pessoas no momento em que terminam seus cursos. O negócio ia bem, porém chegou 2009 e o setor de criação “veio inteiramente pra nanico”.

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