"Continuo Sendo Insolente, Me Expresso Por intermédio da Raiva" 2

“Continuo Sendo Insolente, Me Expresso Por intermédio da Raiva”

A primeira frase diz: “O dia em que terminou com a Grande Queda começou com uma tempestade matinal. O homem do que se vai expor neste local o que despertou o estouro de um formidável trovão”. Marca o tom de um livro em que, na verdade, o considerável não é essa a grande queda encerramento, contudo o rumo, o percurso, porque a queda não é enorme coisa Sim, é uma grande queda.

Os leitores me perguntam o que é exatamente: você Não morre, é uma morte interior, desaparece aquilo que havia com ele. As quedas assim como podem ser para cima, da terra ao céu, eu não sei. O que os gregos chamavam de ‘catástrofe’, o fim de suas tragédias ou comédias, seria um termo mais exato.

  • 2 Direitos da menina e do adolescente
  • 1983: Aída Cavernas “Canta o novo de João Gabriel”
  • 74 “Numb” Numb em vinte e nove de julho de 2007
  • Última aparição: The Man Who Saved Central City (flashback) Welcome to Earth-dois (Deathstorm)
  • Gee, H. (2004). Jacob’s ladder. The history of the human genome. Fourth Estate

Por que o teu paseante é um ator? Sempre fui atraída por aqueles atores que, na sua existência cotidiana, são mais invisíveis do que ninguém. Grandes atores que ocupam todo o palco ou na tela, mas ninguém reconhece no momento em que passeiam pela avenida. Eu encontrei muitos de eles dessa maneira que você podes tomar um café sem ser incomodado.

Habita neles uma amplo solidão, a solidão sem fundo do que encarna algumas vidas. Rabal eu gostava muito jovem, nos vídeos de Buñuel, essa cara me fascinava. Ele nunca foi jovem de verdade ou, ao menos, essa é a minha ideia a respeito de ele, talvez imaginada. O percurso do ator é a do coração.

as Duas coisas, anda de verdade e se transforma interiormente. Às vezes, o leitor não sabe se algo está realmente acontecendo. A título de exemplo, ele se localiza com alguém e, de repente, conhece toda a tua história. É uma questão que me acontece algumas vezes. O ator, algumas vezes, vê seu pai, a título de exemplo.

eu Conheci um ator francês, François Cluzet, morava nesse lugar perto, que atuou em um filme de Claude Chabrol. Seu parceiro era a atriz Marie Trintignant, que foi assassinada anos depois por um cantor. Ele me falava algumas vezes de seu pai, com quem trabalhou de moça. E fazia-me refletir em meu, o que apenas conheci, que era um prazeroso dançarino, mulherengo, essencialmente os de maior, graças a da solidão.

Esses são bons assuntos pra montar. Seu ator se expõe à amizade como uma quimera, e que acredita que não está apaixonado pela mulher com quem vive. Concorda com o que tem, e quem é e se pergunta na natureza do amor e da amizade. A amizade é um contrato implícito ou clandestino, com outra pessoa, e requer que um seja ligeiro, você necessita cobiçar ser comparsa de alguém e agir pra sê-lo.

se pergunta se a amizade tem arapuca, se aqueles que chamamos de amigos são, de fato. Algumas vezes os nossos amigos são falsos. Ele entra em um templo por instinto, pelo motivo de sente a necessidade de transcendência. Ele tem de um mistério, um significado, vamos manifestar, essa frase que você usa tem o defeito de que é muito mística. Como escritor, tento impedir certas expressões.

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