É O Caso De Enxebre Delicatessen 2

É O Caso De Enxebre Delicatessen

Os menores comerciantes de Vigo vêem o acrescentamento das vendas pela web como a principal razão do fechamento destes negócios, acima de outros fatores, como a eficiência de outros estabelecimentos de dentro ou fora da cidade. Vigo e em sua comarca, com este “avanço negativo”, é contrário da observada no resto da Galiza, a despeito de bem como se reflete que as corporações que desaparecem são menores comércios, até uma dezena de funcionários.

Por contra, se intensifica o número de estabelecimentos que têm entre 10 e 99 empregados, que continuam enquadrados no sector do comércio de baixo porte, entretanto que, “porventura” se afastam do conceito de comércio usual. Neste caso, a vasto maioria dos comerciantes consultados atribui o fechamento de negócios, ao acrescentamento das vendas pela web. Assim, o 79,6% dos menores comerciantes que participaram do estudo estão bastante de acordo ou muito de acordo com o que “fecham lojas principlamente devido à concorrência ‘on line'”.

O gerente de Ideara salientou que o acrescentamento das vendas ‘on line’ é um fenômeno que veio para continuar e que será ainda mais evidente. Assim, em declarações à Europa Press, reitera que os comerciantes que recebem as vendas ‘on line’ como “ameaça” costumam ser “aqueles que regentan lojas de comércio convencional, mais antigos”, por causa de “têm contrariedade em ajustar-se às novas tecnologias”.

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todavia, tem matizes, bem como são vários os novos negócios que se abrem e cujos proprietários apostam complementar o seu negócio físico com o comércio eletrônico. De fato, explicou Chus Sánchez, neste instante estão usando as redes sociais, de forma especial Facebook, como “uma ferramenta a mais pra se ceder a dominar e trazer clientes”.

O porta-voz dos comerciantes de As Travesas indicou que, ademais, “há muita gente pensando em abrir lojas ‘on line’, no entanto é uma decisão que você necessita aprender muito”. A este respeito, optou por oferecer a “geração” pra que os proprietários de pequenas empresas possam se encaixar ao emprego das novas tecnologias e diversificar o seu negócio por intermédio da rede.

Finalmente, Sánchez Vila solicitou uma superior regulação do comércio electrónico com leis que, tendo como exemplo, “a controlar os preços e a concorrência das grandes plataformas de venda ‘on line’. Contudo, lamentou que a “instabilidade política” na administração central, continue o setor “à espera” da criação do novo governo para saber como se pode enfrentar essa regulação. Mas não todos, os pequenos negócios apostam no comércio eletrônico como maneira de aguentar a sua sobrevivência, por causa de alguns resolvem por “oferecer” qualquer coisa contrário”, que as vendas ‘on line’ não fornecem aos consumidores.

É o caso de Enxebre Delicatessen, uma loja de conveniência localizada numa área central da cidade de Vigo, aberta em 2017 e em que a “proximidade”, é o principal valor acrescentado, como explicou a responsável, Miguel de Matos. Do mesmo jeito, Mariló Pereiro, que dirige uma pequena loja de roupas e acessórios, Le marché de Rachel, sublinhou a “proximidade” e o “tratamento personalizado” como fatores de distinção do menor comércio. Segundo salientou, os pequenos negócios que não têm “nada a fazer” com ligação aos preços de estas grandes plataformas, desta maneira “não se podes doar o mesmo.”

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