Elvira Lindo E Carmen Ruiz, Um Tandem Português Na Grande Maçã 2

Elvira Lindo E Carmen Ruiz, Um Tandem Português Na Grande Maçã

Não coincidem em cor da pedicure. Em tudo o resto, em quase tudo. Roteirista e atriz estrenan A existência súbito. Uma spanish movie em Nova York, mais colorido. Roteirista e atriz repetem colaboração, após alguns passos de teatro, em que o último filme de Jorge Torregrossa (Fim). A escritora assina o roteiro.

“eu acho que é o sexto respectivo…”, faz contas. Algo mais “súbito” que a morte era o título da obra de teatro que vos uniu na primeira vez há quatro anos em Madrid. Mas o vosso, mais do que súbito parece premeditado. E. L. Sim, tivemos amizade à primeira visão. Posteriormente, eu a convidei pra vir a Nova York para ler um texto meu no Instituto Cervantes… e acabou dormindo em meu sofá-cama. C. R. Extraordinariamente, por correto. Foi a minha primeira visita à cidade. Eu estava excitado como uma monilla. Elvira, você e Antonio vos haveis convertido numa espécie de embaixadores-moradia de Portugal em Nova Iorque. E. L. Mas pago com o dinheiro privado… (risos).

  • Porque Gijoe era um livro de banda desenhada divertido de verdade
  • Fontes policiais não descartam que o condutor da carrinha está entre os cinco falecidos
  • Sua predileção pelo povo cigano foi especial…
  • você Tem um não sei quê, que me coloca, não imagino como, entretanto o que eu amo, não sabe o quanto
  • três A batalha de Muret
  • Uma fotografia do seu ente querido

Javier Cámara, que está crescendo no vídeo anterior a tua Goya, te incentivou e inspirou pra que vocês redigirem a história. Como você entrou Carmen no computador? E. L. A verdade é que eu a todo o momento sonhei, e que esse papel o fizesse ela. Lhe cheguei a falar que irá se eleger e ela falou que nem sequer sonhar.

o propusiste o diretor de casting? E. L. Não. Essas decisões, você tem que deixar que as receber quem precisa fazê-lo. O roteirista necessita ter muito cuidado com as suas propostas. E no momento em que eu falou que tinha sido chamado pra fazer um teste, fui feliz. O feitio do protagonista, com uma personalidade tão robusto, e sem perder o sorriso… Eu gosto.

C. R. É um papel esplêndido. Fazer porção, em um estágio tão triste como o que estamos vivendo culturalmente, de um filme na Grande Maçã, juntamente com outros espanhóis, teve de ser excitante. C. R. Efetivamente. Mas por trás há uma produtora e mulher interessante, lutadora e corajosa, Beatriz Adegas. Daquelas que oferece vontade de gritar: oh!

E. L. Sim, visto que estava sozinha contra todo um sistema e tirou o dinheiro de debaixo das pedras. Embora o video é estrelado por dois homens, o vídeo tem alguns estereótipos femininos muito marcados. E é curioso como a história contrasta as diferenças entre a mulher americana e espanhola. Em uma etapa da trama, Joãozinho diz que se você quer ter sexo com elas, é imprescindível levá-las antes para o jantar.

como Vai ser e que nós, agora, estamos mais liberadas? E. L. Em novas coisas sim. Por um lado, a sua educação e a cultura fazem com que estabelecer muitas regras, todavia, por outro, se notabilizam muito desasistidas e desamparadas. Precisam de encontrar um namorado, desesperadamente, ser acompanhadas. É muito insensato. Não há dúvida que nós somos mais flexíveis. C. R. Têm outro caráter, a partir de sendo assim. Não entendo se isto é a frase certa para defini-los, mas tentam preservar o teu espaço e não deixam você entrar facilmente.

Chegados a esse ponto, já não me importa que não me fale que você me quer diariamente, por causa de prontamente me notabilizar a cada dia. Eu Te quero com toda a minha alma! Você domina que eu encontrei que sem você não poderei viver? Você se tornou a razão de ser da minha existência. Te quero meu homem.

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