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Temos pra este fim com a experiência profissional de Ramón Besonias; professor de Língua e Ciências Sociais, de Educação Secundária Obrigatória (ESO), do Instituto Público de Educação Secundária ‘São José’ de Badajoz. “Ai professor, por que fazê-lo, se não vai cuidar para nada! Imagine Seu Insti’ inicia-se no ano lectivo de 2016/17, como uma tarefa inovadora, criativa e severa, que chamou João pra solucionar-se por utilizar a metodologia de design thinking.

Um objetivo ambicioso, confessa-se o nosso professor de secundária. Os alunos não contam com esse primeiro impulso, crucial pra fazer um projeto de amplo envergadura. Essa energia necessária necessita de alguma experiência anterior de sucesso e a aplicação a ter boas expectativas de resolução. Também não é incomum, estudantes e docentes, anexar o trabalho em colaboração como uma sistemática valiosa para a aprendizagem e a resolução de problemas.

Para gerar uma alteração significativo em comportamentos arraigados é imprescindível mencionar, e a partir das preocupações e expectativas dos que irão ser os personagens da mudança, por esse caso, os alunos. Tratava-Se de impossibilitar o jogo descomplicado de pesquisar ‘culpados’ e de organizar soluções ‘fácil’ a comportamentos sociais e institucionais complexos. Os alunos ao fantasiar seu instituto, tiveram a chance de conscientizar-se sobre a importância de estabelecidos assuntos, os comportamentos, as normas…. Ao término, optou-se por aproximar-se uma de tuas maiores preocupações: “erradicar os casos de bullying em tuas relações entre pares e com o professor”.

Nos encontramos, nestas ocorrências, com um projeto educativamente pertinente referente, também, com uma temática emergente e ligada, neste caso, a outros projetos de colaboração com outros centros e professores de todo o Estado. EDUbullying e seu lema ‘o Seu centro, a Área Livre de Assédio’, oferecido por @HangoutEDU e os seus debates radiofónicos de @chococharlas. O projeto encontrava-se, assim, fortemente sustentado numa rede profissional de aprendizagem.

nos grupos do que Isso, utilizaram a técnica grupal de chuva de ideias pra reunir os comportamentos e as atitudes que não gostavam; jaime i de aragão anotavam as em artigo-its e fizeram, com eles, um mural coletivo. Se resumiram as contribuições e alguns estudantes concorreram a rádio do centro (Rádio ‘São José’) para las e compartilhá-las com a comunidade educativa.

“Posteriormente, elegiam uma atuação ou conduta e de 2 em dois, a escenificaban numa curto simulação em sala de aula. A simulação extraíam um roteiro que deviam escrever em 5 frases pra depois convertê-lo em uma história visual pro jeito de balão”. Tomaram como padrão para a confecção de histórias, uma simulação que realizaram em 2º DISSO e que Ramón, seu professor, lhes tirou, como um paradigma, com 4 marcadores.

  • 10 Ver assim como
  • Como encaram uma nova edição da Feira do Livro de Madrid
  • Capacidade analítica
  • 3 Perspectiva de gênero
  • 4º B. Hartley (U) Toro Rosso 1’06″892 +01″955 3

A história visual no teu conjunto, relatou a circunstância de assédio que haviam oferecido. A quinta vinheta devia aprensentar as emoções que sente o assediado e a sexta vinheta o logotipo do projeto, ‘S São José, zona livre de assédio’. Ramón diz que… “era muito sério a quinta vinheta, se pôr no espaço do abordado e imaginar como se sente nessas situações”. Neste link, você poderá acompanhar mais exemplos das ilustrações realizadqs pelos estudantes.

Enquanto se realizavam essas ilustrações, outros alunos vieram para a rádio do centro (rádio ‘São José’) pra criar este artigo tuas impressões sobre o que estavam sondando. Seu centro, zona livre de assédio como “Houve momentos em que lhes custava a identificar que a ocorrência que causou o companheiro fora de fato assédio, como o de uma aluna que dizia perceber-se observar periodicamente pelos seus companheiros. Reconhecem as suas atitudes e comportamentos, porém, identicamente, confessa a impotência de controlar suas emoções. Posteriormente, elaboraram um curto spot audiovisual contra o assédio, com apoio nas ocorrências descritas em marcadores.

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