Firewatch, Amor De Máquina 2

Firewatch, Amor De Máquina

o Verão, houve uma manifesta e, na opinião do cronista, intrigante unanimidade, a propósito do filme Her (2013), de Spike Jonze. O desconcerto não procede tal do elogio generalizado, que era correto, contudo a análise da história como um modelo emblemático do subgênero do carinho à máquina, tão puxado pela ficção científica. Há abundante literatura científica a respeito da ligação de nossa espécie com as ferramentas, (que a invenção, fabricação e exercício de tecnologia é um vetor biológico da espécie humana é demasiado evidente para parar muito sobre isso).

com o artigo dobradiça, o personagem, os personagens dos jogos, tal em nossos avatares, têm sido frequentemente recipientes, seres despojados, que só estão completos quando nós desencarnamos de nossas vidas físicas, para possuí-los. São cântaros em que derramarnos por muitas horas, e nós somos os hóspedes desejados e necessários de outro existir, de outra existência que nos aguarda yerta em um mundo contrário. Alcançar a glória é a forma encerramento e mais perfeita do sentido no relato heróico.

Provavelmente irá ignorar toda a sua existência, no entanto ninguém retornará à leitora a tua inocência”. A aventura sobreviveu, todavia. Na literatura, como em algumas manifestações enredos, o herói nunca esteve em circunstância. O cinema concedeu-lhe o espaço que a literatura séria lhe tinha arrebatado, e mais, e o jogo lhe ofertou o mais maleável e verdadeira dos carros de frase. Em muitos sentidos, o jogo nos disponibilizou toda a aventura épica que o mundo real, nossos afazeres e a amplo romance nos negavam.

  • 1991: Direto (França)
  • Fixação no assento, porém sem dar nunca de um cinto de segurança
  • Contrato com Washington Serruys, pra instalação de um bonde elétrico
  • 1 IDW Publishing
  • Apostas: Vencer o Real Madrid pela término

E, pois, derrotá-los exércitos, conquistamos planetas, levantamos civilizações e governamos impérios. “Nascimento, vida, construção, o orgulho, a morte e a política: pelo menos uma parte do apelo de tais conteúdos dos jogos eletrônicos reside em que oferecem uma forma de dominar o mundo que nos rodeia, em partes gerenciáveis. É mais, os jogos eletrônicos nos lisonjearem os seus mundos existem pra nosso privilégio e, várias vezes, giram ao nosso redor.

Precisam do jogador, sem a nossa participação ficam inertes. Não obstante, pro nosso universo real não parece afectar a nossa subsistência. As engrenagens da maquinaria que nos rodeia continuam a girar indiferentes aos nossos interesses, a nossa participação”. “Eu a todo o momento considerei essa consequência como incidente bem-vindo de uma limitação técnica. Nos meus estudos a respeito de jogo, quase todos os resultados sortudos (a iconicidad, a abstração, o simbolismo, a ação como jeito narrativo), não são escolhas, mas deveres.

A gramática do jogo nasce da escassez. Em cada caso, esta neutralidade logo se deslocou em 2 modelos de avatares antitéticos. Não obstante, os exemplos citados concordam que, seja por intermédio de abordagens mais acessível, muito apegados à tradição contista, ou ao lado de formulações mais sofisticadas e contemporâneas, todos se ajustam às regras verdes e rigorosas do relato de aventuras. “Eu acredito que o que se vê é mais ou menos o que é, como lhes ensinei aos meus alunos, e que a existência nos entrega vazia. Assim, se bem a importância pesa muito, é o máximo que faz.

O significado oculto quase não existe. Minha mãe me alegou que eu teria milhares de manhã pra acordar e sonhar em tudo isso quando neste instante não teria ninguém pra me dizer como me sinto. Tive vários milhares. Se têm recuperado o fôlego, acordam que a Ford é um insigne escritor de o civilizado, um eloqüente professor para assumir a ausência de aventura, sem se deixar esmagar por o tédio, a rotina da mera sobrevivência.

O cinema foi fornecida por outros caminhos que hibridan a austeridade do que o trivial, com a extravagância do inconcebível, e é justo expor que foi muito fecundo e bem-sucedido na construção de alguns padrões heróicos pro cotidiano. Há épica lá, e se não a vêem, quem sabe, lhes convier educar o enxergar.

E não importa o que isto nos obrigue a construirnos um relato amável e de algum jeito corajoso em torno da mais insignificante das decisões. É um atraente interesse e, de cada vez, em sua alegação, a excentricidade e a épica usual, um propósito conservador, claro, radicalmente antirrevolucionario. Verdadeiramente Gomá é o ótimo modelo de uma sofisticada frase do pensamento moderado muito pouco tradicional em um nação mais dado ao furor reacionário que ao sossego conservador.

Um nação que nunca esteve em paz consigo mesmo. Mas a dialética da narrativa e política que propõe é a mesma: viver a existência ou mudar o mundo. O ser e o dever ser. Não são excludentes, como vemos no Tom Hanks, e quem sabe Gomá não imagino por causa de lê muito, no entanto joga pouco. Ou por causa de, como tantos outros, ainda confere ao texto escrito, uma hegemonia cultural que não lhe corresponde há mais de meio século.

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