Laranja Valenciana, Como Superar A Crise? 2

Laranja Valenciana, Como Superar A Crise?

União, orçamento e ter um plano. Com essas frases podemos resumir as chaves pra que a citricultura valenciana irá saindo do buraco em que está, desde há anos, uma crise que, temporada depois de temporada vai se agravando ainda mais. Neste inverno, voltamos a acompanhar os campos políticos cheios de laranjas por terra, spins, por causa de os agricultores lhes sai mais em conta rasgar, e deixá-las podrirse que vendê-las. O presidente da AVA, Cristóvão Aguado, denunciou em seu discurso de abertura que esta campanha é uma das maiores comercializadoras “têm abusado dos agricultores”.

E deu nomes próprios: “Alguma enorme cadeia como o Lidl tem presumido de linha ecológica e de que ela vai pagar preços justos, dando a compreender que até nesta ocasião não estavam fazendo com os nossos produtores”. Uma quota das soluções apresentadas no decorrer da jornada foi oferecido Mateus Blay, consultor em marketing agro-alimentar, perante o título “Estratégias práticas pra impulsionar o mercado de citrinos”. “O que se traduziria, em valenciano, como: o Que hem de fer per guanyar mês diners? o que devemos fazer para receber mais dinheiro? Blay salientou que “toda recessão representa uma oportunidade de transformação”, porém se você continua fazendo o mesmo, nada podes mudar”.

  1. 5 Empreender um Negócio em Canárias
  2. Não temos escrito um postagem promocional como se sinaliza pela resolução
  3. Não pode fazer o que quiser na sua loja, por causa de você é um hóspede por esse sistema
  4. História do Peronismo – Pág.143
  5. Laura V7 (conversa) 10:25 vinte e sete 10 2017 (UTC)

E deu as 4 chaves que estávamos mencionando no começo para aprimorar as coisas no setor citrícola valenciano: “Primeiro, combinação, fruto da inteligência e da humildade. Se não há combinação, não temos a segunda chave, que é o orçamento, sem o qual não se poderá entrar ao consumidor”. “O terceiro fator pro sucesso é ter um plano, não encaminhar-se para o alienado. E por último, paciência, se um ano vai mal, precisa aguardar.

Se um plano foi aprovado e tem coerência, necessita segui-lo”, defendeu. O consultor considerou que não é possível “impossibilitar que entre geração de fora, e a preços mais baixos”, contudo sim, você pode competir com ele “fazendo superior mercado” e com diferenciação do item. Aí entra a gravidade de o dar a entender aos freguêses. “Temos de ter qualquer item diferenciador na laranja que se visualize. Que a laranja seja quadrada ou uma etiqueta”, tem arranjos. “O desconhecimento de nossos setores primários é abismal pro cotidiano dos agricultores é produzir e vender. A ligação diária com o chefe de compras da cooperativa ou do comércio.

Mas o que o cliente? Não está. Não conhecemos as tendências de consumo. Não é possível fazer a comunicação de massa se não sabemos como é a massa”, alegou, e acrescentou que “a distribuição não lhe interessa para nada que o produtor ou a cooperativa tenha ligação direta com o consumidor”. Outro estilo fundamental da jornada: o papel das empresas interprofissionais para revitalizar o setor. Justamente existe um ano ‘remontada’ Intercitrus, rodeada de alguma controvérsia, visto que os sindicatos como Unió de Llauradors não está incluída-, após inmensuráveis anos de inatividade.

Ainda hoje – como dessa forma o têm conhecido os relatores – não conseguiu nada, todavia advertem que, superadas as barreiras burocráticas pra relançar a sua actividade, a próxima temporada darão o que falar. O diretor de AVA, Joaquim Aviñó, destacou que as interprofissionais “são os instrumentos que usa Bruxelas pra articular o setor de frutas e produtos hortícolas pelo PAC” e que ele “dá certo a política de lobbies”.

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