Miami, Próximo a Empresas Espanholas Por Enriquecimento Ilícito Em Cuba 2

Miami, Próximo a Empresas Espanholas Por Enriquecimento Ilícito Em Cuba

Contagem regressiva pras empresas espanholas, em Cuba. Melià, a Iberostar e Barceló estão a um passo de ter que se defender nos tribunais de Miami. Onde se coze esta ofensiva boa e sem precedentes é o desembaraço Rivero Mestre. No percorrer de número dez de um moderno edifício de escritórios com janelas envidraçadas, Ana Malave, advogada de origem venezuelana é a que coordena as acções colectivas, apesar de todo o escritório está envolvido no caso.

“Ninguém dessas corporações nos foi contactado, quando o melhor de sempre seria que se chegasse a um acordo e impedir o pleito”, admite Malave. Atualmente, Melià gere mais de 30 hotéis em Cuba; Iberostar, por volta de 20, e Barceló, outros 3. O que se enfrentam em concreto as hoteleiras? Podem ser obrigadas a desembolsar um valor chamado “prejuízo triplo”, ou melhor, três vezes o valor atual da propriedade em que levam a cabo seus negócios.

Ainda não se tem debatido de montante à espera de um perito, no entanto o dinheiro poderá ser considerável. Haverá que ver se o juiz se limita a avaliar apenas o terreno ou até já os imóveis que ali se construíram ao longo dos anos. Em alguns casos, os candidatos possuem quilômetros de costa pela ilha de Cuba, com o que há ingentes somas de dinheiro em jogo. Apesar de as propriedades não são das empresas privadas e pertencem ao estado cubano, são elas as que exploram desde o ponto de visão econômico.

A única circunstância pra interposição da procura é que estas corporações tenham ativos nos Estados unidos. É a maneira que tem de se certificar de que os candidatos possam se suportar com algo, já que o Estado cubano em todo caso, não está em condições de pagar. É falar, no caso de que se lhes reconheçam seus direitos, são capazes de exercer alguma ação sobre isto as propriedades que têm, tais como, as hoteleiras espanholas em solo norte-americano. Também se necessita de dos candidatos a um adicional de 6.500 dólares antes de começar o recurso, pra impossibilitar avarias nos tribunais.

de Acordo com estimativas oficiais norte-americanos, poderia existir mais de 6.000 pessoas, com certo a reclamar indenização a Cuba, estimadas em 8.500 milhões de dólares. “É um procedimento longo e que não tem antecedentes”, admite Malave. Várias famílias de origem cubana, como os Mata, Cavernas Angulo e os Sánchez Hill começaram a mover-se, porém as previsões do escritório é que irão aumentar nas próximas semanas. “Incentivamos a todos que se decidam, porque prontamente há uma janela aberta”. No caso de que a lei Helms Burton seja revogada pelo próximo presidente, as demandas que até portanto se tenham mostrado, seguirão em frente. Mas o caso em que vivem as empresas espanholas não acaba por aqui.

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Nick Gutierrez, advogado e consultor e um veterano sobre isso esses focos, chega a seu encontro com A Vanguarda no botequim Foda, um estabelecimento em um posto de gasolina onde, como o nome indica, só se fala português. Explica que estava entretido com o Departamento de Estado, que está estudando utilizar outro ás na manga: o título IV da Helms Burton. Por sua quota, as empresas espanholas mantêm silêncio.

Se limitam, como Melià, pra recordar que eles não são usurpado nenhuma propriedade e que só administram o negócio. “Pode sendo acionado por uma onda de demandas agora, quem sabe centenas”, afirma Gutierrez. “Meus clientes não são especuladores. O fazem por causa de é justo. Seus pais vieram por aqui nos EUA com a roupa. É gente que perdeu tudo e quer que se lhes compensar o sofrimento de uma existência”, conclui Malave. Embora não fosse o propósito inicial do título III da Helms Burton, corporações norte-americanas, como o gigante de cruzeiros Carnival e os motores de pesquisa turismo Trivago, Expedia e serviço de Reservas, correm o risco de serem processadas.

O argumento é que o Carnaval usou o porto de Santiago, sem ter os direitos formalmente pertencente a uma antiga família cubana-, sempre que que os motores de busca ganharam comissões e taxas ao alavancar ativos confiscados como, tendo como exemplo, hotéis. “Diziam-Me que era uma perda de tempo e de dinheiro, contudo neste local estamos”, considerou Javier García Bengoechea, um cidadão norte-americano, herdeiro de uma família cubana, que foi denunciado ao Carnaval.

A Helms Burton foi aberto a veda e de numerosas nacionalidades estão envolvidas: há demandas contra a mexicana Pousada, a francesa Accor e o banco Société Generale. A Europa está chateado e ainda não domina nem ao menos como nem sequer no momento em que recorrer ao chamado “estatuto de bloqueio”, previsto na Helms Burton, que anula o efeito da UE das resoluções previstas em lei. A petrolífera americana Exxon pediu ao Governo de Cuba, ao aguentar que as duas organizações cubanas que operam pela ilha, expropiaron as refinarias, no momento em que se chamava Standard Oil.

o que é o Spyware? Um usuário instalar inadvertidamente um programa oculto, que costuma vir camuflada em transferências feitas a começar por redes de compartilhamento de arquivos. O vírus está concentrado a tudo o que o pc transmita e no momento em que detecta composições de valores numéricos, armazena e envia para a pessoa que distribuiu esse programa. Como impossibilitar ser vítima desse tipo de crime?

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