O Que Dizer Muito? 2

O Que Dizer Muito?

Depois de 1491, toda a península foi controlada por governantes cristãos. O termo “Reconquista” vem sendo muito discutido e até mesmo seu emprego tem sido questionado por não responder à realidade histórica medieval peninsular. “ocupado”. Revelaram ser os verdadeiros herdeiros do reino visigodo, e o jeito permanente ao auxílio dos reinos cristãos, o que representava pras autoridades muçulmanas um dificuldade que surgia, periodicamente, e que foi resolvido com perseguições e deportações de contrário grau.

“Reconquista” poderá ser impreciso, dado que os reinos cristãos que “re-conquistaram o território peninsular se constituíram depois da invasão islâmica, apesar das tentativas de essas monarquias por apresentar-se como herdeiras diretas do velho reino visigodo. Tratar-se-ia, antes, de um vigor de legitimação política destes reinos, que de fato se consideravam verdadeiros herdeiros e descendentes dos visigodos, do mesmo jeito que de uma tentativa por porção dos reinos cristãos de apoiar suas conquistas.

América, assim como eram dessa forma chamados pelos estados americanos (daí o emprego depreciativo que se emprega nas Canárias pra expor-se ao espanhol peninsular). Você me dirá que, apesar disso, soubemos conceder topo aos nossos gloriosos 8 séculos da Reconquista. Sujeitos todos hoje incluíbles na moderna concepção braudeliana (de Braudel) da longue durée. Em 1965, os historiadores Marcelo Vigil e Abílio Barbero de Aguilera propuseram que os povos do norte da península apresentavam pela Alta Idade Média um pequeno grau de romanização e cristianização. Segundo esses autores, estes povos, que tinham resistido tal aos romanos, visigodos, rejeitando-da mesma forma, a invasão árabe.

Estas teses têm sido estudadas pelo famoso estudioso árabe, González Ferrín, na sua obra História geral do Al-Andalus, em que sobre a Reconquista diz “que na realidade nunca existiu”. Também coloca que o al-Andalus “constitui um elemento insubstituível da história europeia”. As hipóteses de Olagüe não contam com nenhum apoio significativo pela historiografia atual. A obra de Olagüe vem sendo qualificada de “história científica” e desprezada em círculos acadêmicos. A Reconquista é um quadro conceptual utilizado pelos historiadores. Mas, ao oposto do conceito de Idade Média, não se trata de um conceito artificial. O historiador Domínguez Ortiz, em teu serviço, Portugal.

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Conquista, seis séculos da Reconquista. Embora a frase “reconquista” é um neologismo, difundido nos primeiros decênios do século XIX, o conceito tem sido um núcleo principal de análise da história espanhola, desde o século XII, e mesmo antes, até tempos recentes. Portugal nos séculos medievais, e, segundo, que, evidentemente, as brigas de conquista, os processos de colonização e a circunstância de terras de divisa, marcaram, durante séculos, a realidade daqueles reinos.

Manuel González, historiador português, observou, em 2005: “A Reconquista nas mãos de uns e de outros tornou-se um assunto retóricamente exaltado e instrumento de culto ou em um desses conceitos que tinha que remover e combater. Eu acho que ambas as posições são similarmente errôneas, pois ambos sofrem do mesmo defeito: o de eliminar a imenso complexidade do caso histórico da Reconquista, uma única de tuas múltiplas facetas”.

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