O Vínculo Afetivo Com Os Animais 2

O Vínculo Afetivo Com Os Animais

Quase metade dos lares sabe o que significa ter um animal de companhia. Não apenas em conexão aos cuidados e condições necessárias, mas o vínculo especial que se estabelece entre o animal e para as pessoas que convivem com ele. Um link que os especialistas não hesitam em qualificar como inconfundível e benéfico, e que poderá diversificar conforme se trate de uma criancinha, um adolescente, uma pessoa madura ou uma idade mais avançada.

de Acordo com Maria Luísa Ferrerós, neuropsicóloga, diretora da unidade de psicologia clínica e parenting de Clínica Diagonal, nesta característico conexão que se conseguem elaborar sentimentos de empatia e respeito. Promove-Se o desenvolvimento da liberdade e da responsabilidade. E muitos mais benefícios, e não em quantidade de pessoas reduzidas. “É penoso discutir de um dispositivo específico que é acionado os vínculos entre animais e pessoas. Simplesmente acontece uma característico acesso, especial e profunda, e isso nos 20 anos depois de terem perdido”, confessa Maria Carmen Castro, psicóloga, especialista em assistência de terapia com animais na Associação Hydra. Amostras do elo Não só são depositários dos segredos, os donos de cães assim como revelam carinho e os beijam.

As amostras do vínculo não apenas variam de acordo com as idades. Também afetam o sexo, ou se os casais têm filhos ou não, de acordo reflete um outro estudo, bem como elaborado pela referida fundação, em conjunto com o Instituto de Neuropsiquiatría e Vícios do Parc de Salut Mar. “As mulheres sobressaem pontuações mais elevadas do que os homens em todos os estilos afetivos da relação. Homens e mulheres se comportam de forma similar a hora de jogar ou de dar ao teu cachorro uma guloseima.

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mas, as mulheres se destacam mais afectuosas e vai adquirir presentes com mais regularidade do que os homens. E em fonte à infraestrutura geral da família, das pessoas sem filhos se notabilizam particularmente próximas do seu cão no plano emocional. Mas, consideram que ter um animal de estimação influencia mais a sua peculiaridade de vida que as pessoas com filhos, na quantidade em que isto limita a promoção de algumas atividades. Ainda então, o seu grau de satisfação por conviver com um animal de companhia é muito grande”.

O papel de cães e gatos vai bem mais além do fácil animal de companhia, de acordo com Fatjó. Nove de cada 10 pessoas entrevistadas evidenciam que seu cão está sempre lá quando precisam de consolo, carinho, segurança ou motivação. Crianças e jovens”, Na primeira infância, começam a cobrar verdadeira relevância quando a criancinha começa a ser autónomo e teu animal de estimação se torna seu melhor comparsa, o camarada silencioso que quase a todo o momento esta pronto para jogar com ele. Estabelece-Se uma ligação de cumplicidade e proteção muito benéfica para ampliar a auto-estima em meninas nesta fase”, explica Ferrerós. E no momento em que chegam à adolescência, “ajudam a passar a timidez e a insegurança própria da fase que atravessam.

nos momentos de solidão, depressão ou rebeldia se tornam companheiros inevitáveis e o porquê pra suspender-se a cada manhã, quando a realidade se torna insuportável”. Yolanda Valbuena, a Fundação não só, detalha em que se beneficia nestas idades a interacção com animais de companhia: “Por um lado estimula o desenvolvimento psicomotor e da linguagem, em crianças e adolescentes. E avanço a comunicação não-verbal, aumenta a auto-estima e a experiência de se classificar com os outros”. Adultos, No caso dos adultos, a Fundação não só lembre-se que os animais de estimação aumentam a atividade física de seus donos, protegem as pessoas dos estados de solidão; aumentam a capacidade de atenção e a sabedoria.

Também melhoram a comunicação verbal e aumentam as expressões faciais positivas. Além disso, é um estímulo para o sentido da visão, audição, tato e olfato. De uma maneira ou de outra, satisfazem a necessidade humana de tocar e ser tocado (tendo como exemplo, acariciar um gato corta a pressão arterial). No caso de casais jovens com animais de companhia, treinam suas responsabilidades familiares e a necessidade de uma educação e cuidados constantes pros membros mais jovens da família. Os casos mais marcantes ocorrem em centros gerontológicos, como o de AMÁ Horta, em Barcelona, cuja directora, Teresa Aragão, tem incorporado cães pra mobilizar as pessoas de mais idade.

“O ver intenso de um cão é um amplo estimulante a nível cerebral. Serve tanto nas fases iniciais de uma demência como em distúrbios psiquiátricos, como a depressão e a psicose”. Maria Carmen Castro também constata benefícios no caso de pessoas com mal de alzheimer. Impacto pela saúde Os especialistas constatam assim como uma incidência direta com a saúde. Maria Luísa Ferrerós assegura que os animais de estimação ajudam a minimizar o estresse, a tensão arterial e a regularidade cardíaca. Se constataram uma melhoria dos níveis de dopamina e endorfinas (associadas com o bem-estar) e a diminuição dos níveis de cortisol (filiado a circunstâncias de estresse), depois de uma sessão de trinta minutos de interação com um cão.

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