Patricia Leão Guerreiro 2

Patricia Leão Guerreiro

Nasceu em Guayaquil, no ano de 1925, onde começou sua existência profissional pela escola Urdesa. Leão pesquisou sobre isto esse fruto, em específico por mais de vinte anos. Desde jovem, a empreendedora esteve ligada com o universo artístico, as frutas e grãos. Por esta explicação, a jovem empreendedora criou a ideia de usar a baba-de-cacau como um dos utensílios pra seus projetos artísticos.

Além de tua existência profissional como empreendedora de cacau, Leão nunca deixou de lado sua divisão artística, ela realizou inúmeras exposições de pintura individualmente, assim como também de forma grupal. Em 2012, Patricia foi parte de meu companheiro Poeta do MORRO, Os Rìos Úmida e fértil conca e participou da recuperação de saberes e produtos artesanais de nosso litoral quinta-feira, vinte e quatro de maio. Leão tem exercido investigações a respeito do cacau durante mais de vinte anos. A artista realizou seus estudos pela Escola de Belas Artes pra depois continuar seus estudos de modo autodidata. Patricia Leão Guerreiro tem realizado inúmeras exposições de pintura de modo grupal e individual.

Entre elas “Amazônia” de 2002, que foi exposta na Aliança Francesa Guayaquil. No ano de 2006, realizou a exposição chamada “Mulheres Montubias, Mulheres de Campo” em Caracas, na Venezuela. Dois anos mais tarde, em 2008, pela exposição coletiva rural de Arte Ecoplayas agentes culturais, realizou tua exibição baseada na recuperação do ecossistema do cacau e elaborados. Em 2010 realizou uma recuperação de saberes cerâmica utilitária no Museu Amantes de Sumpa em Santa Elena. Neste mesmo ano, uma exposição na Universidade Católica de Guayaquil. A exposição chamada de “Experiências de existência” era composta de quarenta obras, entre pinturas, arte equipamento e duas instalações.

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Para este trabalho, a artista usou objetos reciclados, como papel, cartão, figuras de gesso utilizados em festas e areia. Menciona que em torno de quinze quadros “abordam a credibilidade que tem o papel, tanto como suporte de uma constituição pictórica e, como um ingrediente que proporciona textura, volume dentro de um collage”. Desde jovem, tem estado ligada com o mundo artístico. Inclusive, desenvolveu a ideia de utilizar a baba do cacau, como um dos equipamentos para a elaboração de seus quadros.

É esta paixão pela “pepita de ouro”, o que a levou a empreender em um projeto para recuperar a cultura nesse fruto. Trata-Se de Cidade Cacau, um espaço para degustar e perceber a fundo sobre o assunto este artefato. Leão tem produzido investigações sobre isso este fruto durante mais de 20 anos. Algumas das mais essenciais realizou-se na Escola Politécnica do Litoral (Espol),em projetos de responsabilidade social do bloco de petróleo Espol-Ancón.

mesmo Assim , visitou comunidades da Costa equatoriana que se dedicam à elaboração de cacau. Na comunidade de Morrillo (Santa Helena), aprendeu próximo com as mulheres nativas da região, a elaboração de potes de cerâmica que são utilizados para moer os grãos do fruto. ↑ Telégrafo, em 11 de outubro de 2011). “Artistas doam obras pra colaborar com Patricia Leão”. ↑ “Patricia Leão gira entre o aroma do cacau e das artes”. ↑ Perfil do Linked In Patricia Leão”.

↑ “Patricia Leão gira entre o aroma do cacau e das artes”. ↑ a b “Patricia Leão gira entre o aroma do cacau e das artes”. ↑ “Patricia De Leon Guerreiro”. ↑ “Patricia Leão gira entre o aroma do cacau e das artes”. ↑ “As ‘Experiências de existência’ de Patricia Leão numa demonstração”. ↑ “Patricia Leão gira entre o aroma do cacau e das artes”. ↑ “As ‘Experiências de existência’ de Patricia Leão numa demonstração”. ↑ “As ‘Experiências de vida’ de Patricia Leão numa demonstração”. ↑ “As ‘Experiências de existência’ de Patricia Leão numa amostra”.

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