Por Que É Tudo Tão Ambíguo? 2

Por Que É Tudo Tão Ambíguo?

Hoje encerrei uma etapa da minha vida, a sétima, e com este bate com a porta eu pego meus dedos. Ainda, sobre isto esta cama,giram planetas e satélites alguns cheiros úmidos e sedentos. Formou-Se sobre mim uma nuvem interestelar de agonia ambíguo.Preciso de tempo para reorganizar o caos que flutua sobre a minha.

Estou exausta. Pensei ver estrelas durante o tempo que hoje descubro que só foram buracos negros que me devoram por dentro,como um câncer. Na minha prosperidade eu me tornei pulsar, repleta de nêutrons e vísceras.E eu continuo girando,no tempo em que eu me enjôo:Estrela canibal,este é o meu nome. Stella vai tomando consciência e abre os olhos. Seu corpo humano nu, porém o vestido do cheiro do sexo. Cada poro vai despertandola.Em sua cama pendem pedaços de angústia e desejo.Partes que a levam a tua paraiso devastado.E acha que já não é só sexo o que enche teu amplo furo interno. Sua necessidade de amar,mais do que em entrega se traduz pela posse. E hoje tem despertado única. Mais uma vez. E prepara a banheira.

  • Se modernizará o real madrid, cobrindo todo o estádio para os dias de chuva
  • (ISBN 4 – 08 – 848336 – sete Primeira edição publicada em 30 de abril de 1995)
  • 2 Denzel Crocker
  • Os Quandos – O Quando
  • Cervantes, sapateiro

Necessita de limar odores para sempre, deixar que toda a aflição de sair pelo ralo. Já estou preparada.Eu quero reverter pro céu. E apesar de a temperatura da água, Stella se deixa flutuar,como realizam as ninfas.As pastilhas de Orfidal a limpo por dentro. Com o sabor de nada. Stella desaparece,como muitas algumas estrelas devoradas por buracos negros.

Para vários dias, que eu a todo o momento parava no mesmo bar, eu gostava da gente que estava por lá, e o garçom me animado. Sua calça jeans eu ficava muito tesão. Eu olho, mas seu observar-lhe para parecer algo ambíguo. Não tenho dúvida que sabia o que pensava, contudo não queria ponermelo muito penoso.

deste momento, apareceu a sua amiga e se aproximou do meu. Eu estava tão excitado que não me dei conta até que estava acima da minha, com duas cervejas, sentou-se ao meu lado. O garçom não parava de observar. Ela se aproximava cada vez mais para o meu, o meu vestido deixava acompanhar meus mamilos. Começou a me acariciar as pernas e nas costas: Enfiou a mão pelo decote traseiro e me acaricio o sexo, eu estava inteiramente molhada. Eu olhava para o garçom que neste instante se esfregava contra a barra e nos olhava, ela introduziu seu dedo, e eu estava prestes a cum.

E no meio do tédio, apareceu Eva, como uma flor em plena tundra, como um sonho impensado no encerramento da noite. Sua nudez lhe perturbou-se, e, primeiramente, pensou que, sem sombra de dúvida alguma, o sonho se desvanecería, ou lhe saciaría como tantas novas vezes. Seu organismo se estendia como um ambíguo oceano, porque, se movendo de um lado para o outro, meciéndome entre suas pernas fortes, entre os seus seios firmes, banhada de espuma e suor salitroso. Eu sussurrava obscenidades . Suas posições eram harmoniosas, premeditadas, autómaticas.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Rolar para cima