Quanto Vale Uma Imagem? 2

Quanto Vale Uma Imagem?

�o Que seria do esporte sem o patrocínio? Esta estreita ligação começou a desequilibrarse com a revolução das redes sociais. Da noite para o dia, os clubes e os jogadores se moviam em um terreno de promoção desconhecido, onde o valor de tua ligação comercial tornava-se mais difusa. E com uma contrariedade a mais, as imagens e os vídeos. Quanto vale, por exemplo, uma atualização no YouTube de um jogador com uma camisa patrocinada? A tecnologia de Blinkfire reconhece automaticamente qualquer logotipo em milhões de publicações diárias em redes sociais, meça o teu impacto e oferece um valor econômico a cada uma delas. “Sabemos o quanto teria que pagar o ‘sponsor’ cada ‘postagem'”.

João Luis Agricultor trabalhava em Espanha para o norte-americano FeedBurner, que o Google comprou por us $ cem milhões em 2007. Teve tempo bastante para fazer ‘boas relações’ com teu fundador, Steve Olechowski. Sempre souberam que tinham que elaborar qualquer coisa juntos. Os dois eram bons em métricas e amantes do futebol. O ‘boom’ das redes sociais havia chegado aos clubes esportivos mais respeitáveis do planeta, entretanto não existia uma ferramenta que permitisse monitorizar a sua atividade. Assim, a organização, com sede em Chicago e em Valência, começou em 2014, oferecendo serviços de medição.

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em insuficiente tempo, obteve um investimento de 900,00 dólares (mais de 800.000 euros), no entanto logo constatou que em tão alto grau os equipamentos como os patrocinadores tinham necessidades além das métricas. E é que não existia nenhuma ferramenta capaz de monitorar o encontro das imagens e filmes nas redes sociais.

Blinkfire aceitou o estímulo (e não era nanico). “A maior complexidade do nosso serviço é pesquisar milhões de fotos todos os dias em tempo real e oferecer-lhes valor econômico”, confessa o Agricultor. Aí está a chave: a sua tecnologia pode botar um preço a respeito as fotografias e os videos que se penduram a cada dia no Facebook, Twitter, Instagram e YouTube.

Não apenas as publicações oficiais, no entanto os fãs. Todos ganham. Enquanto os clubes ou jogadores dão um valor real para negociar ou procurar novos ‘sponsors’, as marcas oferecem-lhes uma métrica para saber quanto valem seus patrocínios. Sua tecnologia, que tem um par de patentes, combina o reconhecimento de imagem, a detecção de padrões e visão artificial. Assim você poderá distinguir cada logotipo em uma fotografia de uma peça audiovisual. O sistema conta automaticamente os segundos em que aparece a marca em um filme seja enviada pela camisa de um jogador, no boné ou no respectivo campo de jogo.

Depois, a empresa mede o impacto do ‘tweet’ da maneira mais objetiva possível. “Não queremos elucubrar, só temos em conta os indicadores que se são capazes de quantificar”, explica o Agricultor. “Avaliamos e damos o mínimo repercussão possível”, adiciona, “não podemos vender burras”. Sua plataforma é usada em esportes tão diferentes como o beisebol, o ‘skate’ ou pesca extrema.

Além disso, foi convencido a “clubes ” top” da NBA ao Premier, que não conseguem referir-se, por confidencialidade, entretanto por exemplo, o Atlético de Madrid ou Sevilla, fazem uso sua tecnologia. Também estava animado para marcas globais como a Heineken e a Microsoft, ou a jogadores como Juan Mata. A ‘startup’ acaba de fechar um acordo com LaLiga que poderá mensurar a exposição das marcas em imagens e videos publicados pelas suas equipas e jogadores, assim como este dispor dessa dica em tempo real.

Isto permitirá projetar melhores estratégias de marketing social e de negociar acordos de patrocínio com fatos reais e mensuráveis, abrindo recentes oportunidades de negócio, sinalizam desde LaLiga. Desde o começo, os dois co-fundadores de Blinkfire tiveram claro que a melhor passava por ter duas sedes, uma pela Espanha e outra nos EUA.

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