Que Parem As Máquinas! 2

Que Parem As Máquinas!

A Associação brasileira de Editoras de Publicações Periódicas (AEEPP), que é a maior agregação de editores de imprensa de Portugal e da qual sou presidente, celebra-se hoje e amanhã em Madrid o seu congresso anual, o VIII de sua história. Tenho discutido há poucos minutos com esta conferência. É um tanto longa, entretanto torço que chegueis até ao conclusão.

no término do século passado, coincidindo com a explosão da Internet, começou a aumentar-se entre os profissionais que nos qualquer assunto e dedicávamos à imprensa impressa direito pessimismo. Não temos futuro, diziam alguns. Houve mesmo quem lhe pôs data ao ponto conclusão. O professor Philip Meyer predito que em 2043 desapareceria da imprensa impressa.

Tanto nos auto nós diagnosticamos a nossa própria morte, e com tanta convicção e resignação o que fizemos, que nos recusamos a oferecer medicamento, para tentar sequer algum tratamento médico que a evitasse. Por riqueza, naqueles anos do pessimismo parece que estão enviando e os profetas do desastre são emudecido um tanto. Até o respectivo Meyer diz de imediato que ainda temos futuro. E, pela minha avaliação, temos. A imprensa escrita poderá pretender continuar existindo no momento em que aparecer o 2043 ou quando esse século.

Temos futuro, que nesta ocasião precisamos fazer é trabalhar duro pra encontrá-lo. A imprensa impressa, em minha opinião, tem futuro, contudo a imprensa impressa do futuro rápido podes parecer insuficiente pra atual. Só sobreviverá que saiba acertar-se. Estamos vivendo um modo de mudanças que possivelmente não tem feito mais que começar. Estamos vivendo um processo de mudanças por que não se lhe vê o encerramento, talvez porque não o tenha. A alteração incessante, eterno e sem término talvez seja o estádio natural em que estamos entrando, e, se assim sendo fosse, a adaptação continua, constante e sem final é o que nos fará viver. Mudanças e adaptação rápida.

Hora a hora, dia-a-dia, mês a mês, ano a ano… e para sempre. Desde a AEEPP, gostaríamos de clarificar alguns conceitos prévios quando falamos da imprensa. A imprensa não são somente os grandes jornais de pagamento. Ninguém nos oculta que a imprensa, essa imprensa variada e heterogênea de diferentes periodicidades, conteúdos e modelos de receita, enfrenta nesta ocasião a incerteza, por ventura, o mais grave de tua história. Nos ajuntaram dois incerteza, ao mesmo tempo, temos uma potente ondulação de 2 braços diferentes sobre isso nossas cabeças.

A primeira das crises, a conjuntural, passará, esperamos que muito em breve. Mas a segunda recessão, a alteração do padrão, tem um alcance muito superior, bem mais encontro. Nada voltará a ser o mesmo. Você não emigrarán também, qualquer dia, em massa, os anunciantes? Você não está fazendo isso neste momento? Nós não temos que enxergar a Internet como um inimigo, como uma ameaça, entretanto como um aliado, como uma chance.

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Internet, além de ser o fator que dispara e acelera nossa incerteza estrutural. Acreditamos, estamos convencidos de que esse futuro é uma das chaves do sucesso é a união de suportes em papel e na Internet, de preferência cobertas sob um mesmo guarda-chuva, ou movidos por uma mesma locomotiva. Qual é o guarda-chuva ou a locomotiva?

A marca que qualquer um da gente levamos, eventualmente, diversos anos desenvolvendo, desenvolvendo. O papel, as edições impressas, desenvolveram a marca, dão o rigor e a credibilidade dos conteúdos, enchem-se de atributos positivos, e a Internet mudou tudo isso aos novos públicos. Ou desenvolver a marca diretamente pela Internet, como uma pequena jóia.

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