Você Pode Levar Para a Prática 2

Você Pode Levar Para a Prática

A interseccionalidad é uma abordagem que enfatiza que o gênero, a etnia, a categoria ou indicação sexual, como algumas categorias sociais, retirado de serem “naturais” ou “biológicas”, são montadas e estão inter-relacionadas. É o estudo das identidades sociais que se sobrepõem ou intersectadas e seus respectivos sistemas de opressão, dominação ou discriminação. Este quadro podes ser usado para entender como ocorre a injustiça sistemática e a desigualdade social a começar por uma apoio multidimensional.

Do latim “intersectĭon”, frase faz alusão a um ponto de encontro ou interseção de duas linhas. A suposição da interseccionalidad assim como sugere que o que parecem ser formas distintas de sentença e de opressão, são moldadas por algumas, em uma ligação mutuamente constitutiva (como preto/branco, homem/homem, humano/não-humano ou homossexual/ bissexual/hétero). O conceito poderá ser interpretado como um estudo sobre isso as relações de poder, que incluem assim como vivências que podem ser apontadas como “contra uma população inteira”, ou “pertencentes às margens”, ou “dissidentes”.

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entretanto, serve bem como pra essas, o vantagem e a maneira como os grupos dominantes organizam estratégias de poder (conscientes ou não) para conservar a sua posição de supremacia. O estudo histórico detalhado do desenvolvimento da teoria da interseccionalidad de imediato foi documentado. E no momento em que a professora cunhou o termo interseccionalidad, as mulheres negras, lésbicas, latinas, travestis e veganas, entre algumas, agora discutiam sobre isto as múltiplas opressões e reivindicavam seus direitos há longo tempo.

Surgiu como cota da crítica do feminismo radical, que se tinha montado no final dos anos 60 conhecida como teoria feminista revisionista. Esta teoria feminista revisionista colocou em indecisão a idéia de que o gênero fosse o fator principal que estabelece o destino de uma mulher. O movimento liderado por mulheres negras discutiu a idéia de que as mulheres fossem uma categoria homogénea, que compartilhava, principlamente, as mesmas experiências de existência. Este pretexto era o efeito da visão de que as mulheres brancas de classe média não serviam como uma representação tem que do movimento feminista como um todo.

Você podes conduzir para a prática, ou é apenas uma hipótese? Esta é uma questão de ordem metodológica e não tem uma única resposta, em razão de não há uma única metodologia para estudar a interseccionalidad. Algumas propostas vêm das teorias considerações feministas, antirracistas, a respeito da diversidade funcional, a sexualidade ou as apostas decoloniales. A terceira dúvida é a invisibilidade que contém a mesma formulação de certas realidades, que são inconcebíveis propriamente graças a da rigidez das categorias sociais e dos “atalhos conceituais” que implicam.

Também alude à ausência de alguns sujeitos, que nunca estão presentes na conversa, visto que não tem o reconhecimento primordial pra serem considerados “sujeitos” políticos ou ser cota do debate social. Para ilustrar essa ideia, irei usar um modelo: a ferocidade em casais do mesmo sexo, em peculiar, a violência em casais de lésbicas. A última chave interessantes pra uma análise interseccional vem das metodologias feministas, como as que propõe Donna Haraway, apontando a importancia de situar a quem vê as dificuldades sociais. A discriminação múltipla, foi reconhecida pelo Parlamento Europeu na sua resolução de 2 de abril de 2009, e marca uma série de procedimentos para a tua detecção.

Em nosso ordenamento, também não encontramos jurisprudência que aprecie a vida de distinção múltipla, no momento em que poderia fazê-lo. ↑ Ourives Méndez, Raquel (Lucas) (trinta e um de maio de 2014). “Metáforas e articulações para uma pedagogia crítica a respeito da interseccionalidad”. Quaderns de Psicologia dezesseis (1). ISSN 2014-4520. doi:10.5565/rev/qpsicologia.1219. ↑ (em inglês) DeFrancisco, Vitória P.; Palczewski, Catherine H. (2014). Gender in Communication.

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