Você Vai Vender? 2

Você Vai Vender?

Os autônomos e as pequenas e médias corporações devem de consumidores. Pode ser mais complexo pra eles para fechar grandes contratos, em comparação com as grandes organizações. Daí que seja sério fazer com que cada escolha de venda se torne uma realidade. De acordo com Jose Maria da Torre, autor de “Magia pra vender”, a chave está no script.

A quem se dirige “Magia pra vender? Quem você localiza que gostariam de ter uma ferramenta que lhes permitisse gerar ideias concretas na cabeça de outros, de forma sistemática? Pois, pra estas pessoas é este livro. Este não é um livro com grandes ideias sobre isto técnicas de vendas em abstrato.

  1. Trinta e sete h Sunderland votação em massa Leave – sair-, mais do que o esperado
  2. Qual é o seu Mercado-Alvo
  3. Transferência: Podemos usar para transferir um domínio de imediato existente
  4. Aparições: 9.ª (desde o 9×09), 10.Quarta, 11.ª e 12ª temporada
  5. Histologia, Biologia celular e Tecidual 2ª edição (Julho Sepúlveda)

Ou eu projeto uma interação contigo, que tenha como efeito qualquer que possa ser o dois de ouros, ou não. Ponto. Ou o projeto e o roteiro que tem como efeito que almeja comprar o produto que estou pronto pra lhe oferecer, ou não. Isso é exatamente o que cada um poderá aprender com esse livro: como elaborar estes scripts para gerar a ideia concreta de que deve na cabeça de quem ser obrigado a. O curioso de ter alguma coisa pra vender, é que se permite pôr à prova o que tens desenvolvido rapidamente e, ademais, não ter terror de falhar, principlamente no momento em que o teu público-centro é vasto.

Mas todos nós temos que que o nosso chefe compre a nossa ideia, que nossos fornecedores, de adquirir a nova forma de colaboração que queremos propor-lhes, que nossas casais, filhos, pais… comprem essa magnífica simbiose que estamos lhes oferecendo e que não acabam de observar. O que você diria que é o mais complicado pela hora de vender alguma coisa? Existe algo que seja impossível de vender? Claro que há coisas impossíveis de vender.

E são, nem sequer mais nem menos, do que aquelas para as quais não temos feito o que eu chamo de o “passo 0: diferença entre um mago e um miserável e por que o primeiro sempre recebe uma moeda, quando o pede”. Isto é, aquelas para as quais não somos capazes de botar por escrito que coisas concretas lhe irão possibilitar a quem nos adquirir, que o façam sair ganhando.

Não apenas obter alguma coisa em troca, entretanto sair ganhando. E não valem de conceitos abertos que implicam que, na realidade, nem ao menos você mesmo acredita-se o que você está citando: confiabilidade, característica, garantia… são frases que a mim me exercem muito nervoso. A dificuldade é que quando início a trabalhar com uma rede comercial, normalmente, não têm feito este exercício.

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